domingo, 11 de abril de 2010

quando as palavras não alcançam

Temos que morrer para renascer. Temos que deixar as lágrimas correrem para, então, sorrir. Temos que perder para procurar. Que magoar, para abraçar. Temos que errar, mil vezes. E escolher, tantas outras, um caminho que não é o nosso. Para, depois de tudo, aprender que as coisas que perdermos têm mais valor justamente quando e porque decidem ir embora. 

O que me resta agora é ser capaz de crer que, não, eu ainda não perdi tudo.